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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Púbere


Quero um amor peregrino
Desejos que sentia quando menino
Quero de volta a puberdade
E sentir aqueles beijos com gosto de verdade

Inocência sem ser inocente
Era o grande premio por ser inconseqüente
Como era boa aquela juventude
Onde felicidade se conquistava com atitude

Hoje tudo mudou, e a velha idade chegou
E junto dela a sórdida maturidade
Que para mim nada mais é, que falta de liberdade
Preso a um mundo de razão
andando na direção contraria, do meu coração...

Saulo Prado

7 comentários:

Pelos caminhos da vida. disse...

Saudades de outrora.

Uma semana de luz pra vc.

beijooo.

Gabi'h disse...

Inacreditável o que um marco de números pode fazer com a tão almejada liberdade.

Quando jovens temos diversos desejos, quando maduros sonhamos com a avidez de outrora.

BjoOo!

Francisco disse...

Que bom seria, voltarmos à adolescência com a experiência que temos hoje! Mas...
Um grande abraço.

Carol Mioni disse...

Idade não é sinônimo de prisão. Não pra mim. Vou envelhecer sendo inocente ser ser.. pelo menos espero =]

Sandra Botelho disse...

A idade mais importante é a idade do nosso coração da nossa alma, a numérica, não tem muita importancia.
Não podemos deixar a alma envelhecer.
Lindo poema.
Bjos!

mar disse...

O amor não tem idade...

Belo poema.

www.retalhosdealma-mar.blogspot.com
faça-me uma visita, é bem vindo

Elaine Barnes disse...

Ai amigo, escrevi um longo comentário, qdo cliquei a página saiu. Que raiva! Belo poema,tvz não era pra eu dizer tudo que disse aqui, vai saber né?! Deixa quieto então. Montão de bjs e abraços meu jovem e doce amigo

Jataí-Goiás Minha Linda Cidade...

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